sábado, 30 de junho de 2012
Crianças.
Já falei como são lindas?
Me enchem de amor, de alegria, de carinho. Observando as crianças me atenho à cada detalhe da filosofia humana. Crianças pequenas, que ainda não foram corrompidas pela mídia, pelos pais ou pela influência da vida, possuem uma essência tão pura que chegam a ser quase anjos.
Crianças devolvem aquilo que damos à elas. Não menos, não mais. Se você as trata com delicadeza e amor, elas devolvem amor genuíno. Elas devolvem carinho. Se você as trata mal, elas devolvem respostas malcriadas e comportamentos inadequados. Ou seja, é simples. Não é complexo como os relacionamentos adultos, onde você recebe algo bem diferente do que ofereceu.
Crianças tem olhos destreinados. Elas ficam deslumbradas com os detalhes que consideramos insignificantes. Elas sorriem para você através de uma concepção divertida do mundo. Tudo é bonito, tudo é interessante.
Crianças não traem. Elas não tem preconceitos, não tem discriminação, não tem ressentimentos. Uma pequena briga é esquecida em cinco minutos, um mal entendido se resolve com um sorriso.
Sei que tem muitas pessoas que não gostam de crianças, porque são barulhentas, dramáticas, choronas, ou qualquer outro adjetivo ruim. Mas crianças são passíveis de observação, sabe? Tudo que elas fazem, quer seja um comportamento inadequado ou dificuldade de aprendizado, tudo isso é resultado da soma de diversos fatores que influenciam muito a criança, como estrutura familiar, personalidade, traumas, o nível da educação oferecida, facilidade em aprender.
Portanto, se uma criança se comporta mal ou de maneira inconveniente, ela tem um motivo importante para isso.
E mesmo com todas essas influências, as crianças conseguem ser mais verdadeiras e honestas do que os adultos. Essa é a principal razão pela qual eu prefiro ficar com elas.
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