terça-feira, 26 de junho de 2012
Um dia qualquer.
Dormir. Alarme. Banheiro. Yoga. Jeans. Tênis. Moletom. Rabo de cavalo. Bolsa. Celular. Cozinha. Caneca. Café. Teclado. Cadeira. Porta. Chave. Portão. Rua. Ônibus. Terminal. Trabalho. Colchão. Mais trabalho. Caminhada. Amigos. Bebida. Risada. Loja de sapatos. Praça. Banca de jornal. Ônibus. Terminal. Padaria. Rua. Casa. Celular. Janta. Televisão. Notebook. Internet. Cama. Revista. Celular. Cachorros. Esmalte. Cabelo. Oral-B. Brincar com a gata. Cama. Dormir.
Sabe, Coração, o Cérebro acha que você é burro. Ele não vai muito com a sua cara, já percebi. Ele me disse que você sempre toma as decisões erradas e ele tem que vir atrás, limpando a bagunça. Não sei. Olha... Eu entendo que o cérebro é um pouco bravo. Eu sei, eu sei. Ele é fechado e respondão lidando com tanta responsabilidade que acaba perdendo o bom humor. Não é culpa dele, mas ele me disse, Coração, que você não entende o poder que têm. Você, quando decide tomar caminhos inusitados sem avisar ninguém, coloca todo o corpo em risco. Os sentidos começam a falhar, diversas partes do corpo começam a desobedecer ao Cérebro e ele... Bom, ele faz o que pode. Ele tenta segurar as pontas, mas tem momentos que só pode lamentar as suas ações. Tudo bem, não faz mal.
Conversei com o Coração, Cérebro. Ele não ficou magoado com o que você disse, sabia? Ele é meio flexível. Talvez até demais, mas é delicado. Você podia pegar mais leve com ele, sabe? É um órgão cheio de vitalidade. Por isso que está sempre tomando decisões impulsivas. Não é por rebeldia. É porque ele espera o melhor das pessoas. Ah, claro que não! O Coração não tem a sua agilidade, Cérebro. Ele é ingênuo, imaturo... É como uma criança. E quando ele se parte, não consegue mais lidar com o resto do corpo. Ele perde a autonomia e é por isso que precisa de você. Ele precisa que você tome as rédeas da situação, precisa que você o obrigue a continuar. Ele pode ser pequeno, mas é forte, Cérebro.
E eu percebi que vocês têm muito para aprender um com o outro.
domingo, 27 de maio de 2012
Recebi da minha eterna Liesel a indicação para o meme "11 questions". Já enrolei o suficiente e o insuficiente e agora vou fazê-lo. Desculpe a demora. Vou postar as regras aqui, o que eu obviamente já li várias vezes para entender. Ou eu sou lenta ou é um pouco complicado, tanto faz.
"Cada pessoa tem que postar 11 coisas sobre si mesma em seu blog, responder as perguntas de quem te indicou e criar 11 novas perguntas para quem você for indicar responder, escolher 11 pessoas para indicar e colocar o link delas no seu post, comentar no blog das pessoas que você escolheu e dizer que as indicou e não indicar a tag para quem já te indicou."
Acho que nem conheço 11 blogueiros. Sou bem limitada, se quer saber.
11 coisas a meu respeito.
~Não tenho ninguém para indicar no momento, mas vou trabalhar nisso. I promise.
"Cada pessoa tem que postar 11 coisas sobre si mesma em seu blog, responder as perguntas de quem te indicou e criar 11 novas perguntas para quem você for indicar responder, escolher 11 pessoas para indicar e colocar o link delas no seu post, comentar no blog das pessoas que você escolheu e dizer que as indicou e não indicar a tag para quem já te indicou."
Acho que nem conheço 11 blogueiros. Sou bem limitada, se quer saber.
11 coisas a meu respeito.
- Sou apaixonada pela Beyoncé. Não apenas porque ela é bonita ou porque canta maravilhosamente bem. Ela, como um todo, me fascina. Aprendi muito sobre independência, força, autoestima, segurança... muito. Admiro o talento e inteligência dela para bolar músicas e shows que falam por si só. Amo muito, mesmo.
- Amo livros. Devoro-os em dois ou três dias e aí os guardo eternamente.
- Sou fascinada por perfumes importados. Atualmente estou na busca do Armani Code.
- Tenho uma fama bem mentirosa. Por alguma razão, as pessoas se mantêm à distância, achando que eu vou maltratá-las ou ser fria e insensível ao se aproximarem. Trata-se de uma reputação mal atribuida se querem saber. Quem se dá ao trabalho de comprovar os boatos, contesta que são meramente falsos.
- Tenho um amorzinho especial pelo meu cabelo. Estou sempre mudando ele, mas sempre, acima de tudo, cuidando dele como se fosse o mais importante. Provavelmente, cuido melhor do meu cabelo que da minha saúde. Deve ser por isso que tenho 5 shampoos diferentes.
- Valorizo muito, muito minha família e amigos. Acho que antes de coisas materiais ou status social, é essencial dar valor ao que vem na base de tudo.
- Sou prática com os meus relacionamentos, mas no fundo, sou romântica. Flores, pôr do sol, mãos dadas, carinhos no cabelo, tudo isso me consome em matéria de felicidade.
- Sou ciumenta, assumida e em tratamento. Não é falta de confiança, nem egoismo. Eu simplesmente tenho medo de perder as pessoas/coisas que amo. É mero instinto de auto-preservação. Acabo excedendo o limite, as vezes. É complicado.
- Amo tudo que se relaciona com moda. Amo revistas, desfiles, editoriais, photoshoots, casting, reality shows, bastidores, tu-do! E please, não confundam com futilidade. Existem muitas discrepâncias entre admirar um trench coat e admirar ossos saindo da pele.
- Sou muito sincera. Isso conquista tantas amizades e inimizades que você nem faz idéia. Quando se é muito sincero, você imediatamente odeia falsidade e a falsidade está por toda parte. Não tenho duas caras e não uso dois pesos na mesma balança. Posso ser grossa mas pelo menos não sou injusta.
- Trabalho diariamente com crianças. Isso é revigorante. Elas sabem te fazer sentir amado e querido, te deixam entrar no mundo delas, te ensinam muito sobre humildade e imparcialidade. É incrível.
- Qual
a sua palavra preferida?
Deboche. - Gosta de ler? Se sim, qual o seu livro
preferido?
Amo! Meu livro preferido é A Menina Que Roubava Livros, do Markus Zusak. - Qual a música que mais te define?
Gostaria de saber. Na verdade, penso que seria um medley de Keeps Gettin Better da Christina Aguilera e Corações Animais do Zé Ramalho. - O que mudaria em você?
Esse cíumes descontrolado. - O
que te atrai em uma pessoa?
Primeiramente, os olhos e o sorriso. Mas a maturidade me mantêm atraída. - O que faz nas horas vagas?
Fico na internet a maior parte do tempo. Quando não estou lendo, gosto de ir na casa dos meus amigos. - Qual o seu maior
medo?
Perder minha família. - Qual a coisa mais simples que te faz feliz?
O sol. - Se pudesse escolher um
lugar para morar, qual seria?
A California. Porque não chove lá. É maravilhoso. - O que não suporta nas pessoas?
Falsidade. Ou você é uma coisa, ou outra. - Qual a sua
mania mais bizarra?
Achar que estou num clipe musical toda vez que coloco os fones de ouvido.
Eu estou cansada.
O problema é descobrir o que anda me cansando mais. Quer dizer, estou cansada fisicamente e esse é o menor dos problemas, afinal eu trabalho muito e entendo o porque deste cansaço. A vida é corrida e os compromissos são muitos e extensos.
Mas a maior parte do meu cansaço não é físico. Provavelmente não é nem mental. Suspeito que eu esteja emocionalmente cansada. E a culpa... Bem, é minha e das pessoas ao meu redor.
Na maior parte dos casos, a culpa é toda minha mesmo. Me devoto demais às pessoas. Não que seja errado ser dedicada, mas nem todos merecem ou apreciam isso porque não são todas as pessoas que retribuem. Apego-me a elas, carrego os problemas delas, acolho a felicidade delas, vivo por elas.
E quem vive por mim?
Esta é a raiz dos problemas. Eu li em algum lugar que "quando você passa a valorizar muito alguém, está perdendo o seu valor". Analisei a frase em si e espatifei os meus conceitos nela. É uma verdade tão nua e crua que chega a ser absoluta. Tudo que você entrega para os outros sem pensar duas vezes, vai te fazer falta algum dia.
Hoje, infelizmente, estou mudando. E falo infelizmente porque eu percebo que isso está me tornando alguém menos envolvente e fascinante, me aproximando mais das pessoas comuns; tirando aos poucos algo que me define e me transformando naquilo que é normal aos olhos alheios.
Deve ser por isso que estou cansada. Cansada de amar, de confiar e de me machucar. Cansada de carregar uma imagem que não corresponde a mim, não de verdade. Cansada de me iludir, achando que as pessoas cuidarão tão bem de mim quanto me esforço em cuidar delas.
Acho que é assim mesmo. A gente cansa, mas quem disse que a gente pára? Pois eu li também que "cansar é uma coisa, desistir é outra. Quem desiste deixa de lutar, mas quem cansa não desistiu, continua lutando."
Espero que não seja um mero ditado.
O problema é descobrir o que anda me cansando mais. Quer dizer, estou cansada fisicamente e esse é o menor dos problemas, afinal eu trabalho muito e entendo o porque deste cansaço. A vida é corrida e os compromissos são muitos e extensos.
Mas a maior parte do meu cansaço não é físico. Provavelmente não é nem mental. Suspeito que eu esteja emocionalmente cansada. E a culpa... Bem, é minha e das pessoas ao meu redor.
Na maior parte dos casos, a culpa é toda minha mesmo. Me devoto demais às pessoas. Não que seja errado ser dedicada, mas nem todos merecem ou apreciam isso porque não são todas as pessoas que retribuem. Apego-me a elas, carrego os problemas delas, acolho a felicidade delas, vivo por elas.
E quem vive por mim?
Esta é a raiz dos problemas. Eu li em algum lugar que "quando você passa a valorizar muito alguém, está perdendo o seu valor". Analisei a frase em si e espatifei os meus conceitos nela. É uma verdade tão nua e crua que chega a ser absoluta. Tudo que você entrega para os outros sem pensar duas vezes, vai te fazer falta algum dia.
Hoje, infelizmente, estou mudando. E falo infelizmente porque eu percebo que isso está me tornando alguém menos envolvente e fascinante, me aproximando mais das pessoas comuns; tirando aos poucos algo que me define e me transformando naquilo que é normal aos olhos alheios.
Deve ser por isso que estou cansada. Cansada de amar, de confiar e de me machucar. Cansada de carregar uma imagem que não corresponde a mim, não de verdade. Cansada de me iludir, achando que as pessoas cuidarão tão bem de mim quanto me esforço em cuidar delas.
Acho que é assim mesmo. A gente cansa, mas quem disse que a gente pára? Pois eu li também que "cansar é uma coisa, desistir é outra. Quem desiste deixa de lutar, mas quem cansa não desistiu, continua lutando."
Espero que não seja um mero ditado.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Honestamente, vale a pena viver?
Não sei.
Penso seriamente a respeito e saio sempre sem uma resposta satisfatória. Quer dizer, é sofrimento demais e nem sempre passa. Nem sempre aprendemos alguma coisa de útil. As vezes, é só sofrimento.
Então acaba sendo como dizia Manuel Bandeira: "A vida não vale a pena nem a dor de ser vivida." Mas aí você pára e pensa em tudo de bom que obtemos todos os dias. As coisas simples. Um sorriso de quem se ama. Um olhar de uma criança. O sol nascendo, o sol se pondo, o mar se abrindo e tudo o mais. E é uma pena pôr um fim em tudo isso.
Sim, eu sei. Têm os problemas. Os inconvenientes problemas, que não pedem com licença, não pedem por favor, não agradecem. Chegam mal humorados, bagunçam a nossa vida, nos fazem chorar, queimam nossos miolos em busca de soluções e...
Bom, vocês sabem como funciona.
Mas a verdade, gente, é que não importa o problema que você tenha. Não importa a complexidade ou a seriedade ou o diâmetro que ele pode influenciar.
Porque, independente disso tudo, a vida continua. Quer bem, quer mal, os problemas não paralisam a vida. Ela continua correndo, pelas suas veias, pelos seus poros, a cada inspirada e expirada realizada.
E se a vida continua, com toda a sua elegância e nobreza, quem somos nós para parar?
Portanto, não sei dizer à vocês se vale a pena viver ou não. Só sei que valendo a pena ou não, estamos vivos. Então continue caminhando porque o tempo não pára.
Muito menos a vida.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Amizade, as vezes, é isso.
Deixar ir. Livrar. Soltar.
Não por falta de amor, não por falta de de cuidado, nem porque acabou.
Amizade é uma das formas mais nobres e provincianas de amar. É amar o suficiente para abrir mão, é amar demasiadamente. Não significa que o sentimento morreu ou enfraqueceu. Posso estar errada, mas acredito que essa situação demonstre o quão forte é o laço que os une.
Porque tudo isso que eu disse sobre deixar ir, livrar e soltar, é uma maneira de dar espaço e liberdade para quem se ama, para que elas alcem vôo e que conheçam o mundo de possibilidades e pessoas que os cerca. Esperamos pacientemente que essas pessoas retornem para os nossos braços, para o nosso amor, para a nossa vida.
O problema é que isso, infelizmente, não acontece sempre, mas dependendo da intensidade do amor, da amizade e, principalmente, da lealdade; elas retornam sim. Sempre mais lindas, mais fortes, renovadas.
Como tudo na vida, a amizade também precisa de um intervalo, uma breve interrupção para que o sentimento não se desgaste.
Porque, meu caro, a amizade às vezes é isso: É entender que quem te ama genuinamente sempre volta, não importa o que aconteça.
Deixar ir. Livrar. Soltar.
Não por falta de amor, não por falta de de cuidado, nem porque acabou.
Amizade é uma das formas mais nobres e provincianas de amar. É amar o suficiente para abrir mão, é amar demasiadamente. Não significa que o sentimento morreu ou enfraqueceu. Posso estar errada, mas acredito que essa situação demonstre o quão forte é o laço que os une.
Porque tudo isso que eu disse sobre deixar ir, livrar e soltar, é uma maneira de dar espaço e liberdade para quem se ama, para que elas alcem vôo e que conheçam o mundo de possibilidades e pessoas que os cerca. Esperamos pacientemente que essas pessoas retornem para os nossos braços, para o nosso amor, para a nossa vida.
O problema é que isso, infelizmente, não acontece sempre, mas dependendo da intensidade do amor, da amizade e, principalmente, da lealdade; elas retornam sim. Sempre mais lindas, mais fortes, renovadas.
Como tudo na vida, a amizade também precisa de um intervalo, uma breve interrupção para que o sentimento não se desgaste.
Porque, meu caro, a amizade às vezes é isso: É entender que quem te ama genuinamente sempre volta, não importa o que aconteça.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Misture pessoas de todos os estados brasileiros vestidas da mesma maneira. Em questão de meio minuto, você consegue identificar o paulista. Ele estará caminhando apressado ou correndo, olhando no relógio de instante em instante.
Pressa.
Ta aí uma palavra que define o paulista. Somos escravos do tempo, somos escravos do relógio. Temos tempo para tudo e ao mesmo tempo, não temos tempo para nada. Perdemos a hora, nos atrasamos, corremos, criamos atalhos, remarcamos e mesmo assim estamos sempre correndo.
É o literal "tempo é dinheiro".
O que ganhamos com isso? Nada. Vivemos em correria e cuidamos de tudo e de todos, menos de nós mesmos. Vivemos doentes, seja pelo ritmo acelerado, seja pela poluição da cidade, pelo estresse do trabalho, pelo estresse do trânsito.
Engraçado que somos a metrópole que "move" tudo, mas não movemos um músculo na direção certa. Não sabemos aproveitar a vida. Somos um dos estados mais desanimados, mais estressados, mais nojentinhos. Todos os outros sabem festejar como ninguém, nós não. Todos os outros sabem que dá tempo de cumprir as obrigações e ainda tirar um tempinho para relaxar, nós desconhecemos esse fato.
Quer dizer, é tão ridículo.
Do que adianta dinheiro, carros, casarões, jóias, eventos, festas, restaurantes e o diabo á torto se você não tem saúde, não tem família, nao tem amigos para sequer dividir isso com você? Do que adianta status social se você passa mais tempo sentado em um escritório do que vivendo?
Não almejo grandes fortunas nem uma grande fama internacional para mim. Acho, pessoalmente, que a vida vai além do seu emprego e do que você conseguiu comprar com ele. Acho também que é importante valorizar as pessoas, porque elas sim são imprevisíveis e você nunca sabe quando as verá pela última vez.
E aí está uma coisa boa entre todas as coisas maléficas que eu aprendi crescendo em São Paulo: o tempo acaba.
Aproveite as oportunidades que têm enquanto você pode.
Pressa.
Ta aí uma palavra que define o paulista. Somos escravos do tempo, somos escravos do relógio. Temos tempo para tudo e ao mesmo tempo, não temos tempo para nada. Perdemos a hora, nos atrasamos, corremos, criamos atalhos, remarcamos e mesmo assim estamos sempre correndo.
É o literal "tempo é dinheiro".
O que ganhamos com isso? Nada. Vivemos em correria e cuidamos de tudo e de todos, menos de nós mesmos. Vivemos doentes, seja pelo ritmo acelerado, seja pela poluição da cidade, pelo estresse do trabalho, pelo estresse do trânsito.
Engraçado que somos a metrópole que "move" tudo, mas não movemos um músculo na direção certa. Não sabemos aproveitar a vida. Somos um dos estados mais desanimados, mais estressados, mais nojentinhos. Todos os outros sabem festejar como ninguém, nós não. Todos os outros sabem que dá tempo de cumprir as obrigações e ainda tirar um tempinho para relaxar, nós desconhecemos esse fato.
Quer dizer, é tão ridículo.
Do que adianta dinheiro, carros, casarões, jóias, eventos, festas, restaurantes e o diabo á torto se você não tem saúde, não tem família, nao tem amigos para sequer dividir isso com você? Do que adianta status social se você passa mais tempo sentado em um escritório do que vivendo?
Não almejo grandes fortunas nem uma grande fama internacional para mim. Acho, pessoalmente, que a vida vai além do seu emprego e do que você conseguiu comprar com ele. Acho também que é importante valorizar as pessoas, porque elas sim são imprevisíveis e você nunca sabe quando as verá pela última vez.
E aí está uma coisa boa entre todas as coisas maléficas que eu aprendi crescendo em São Paulo: o tempo acaba.
Aproveite as oportunidades que têm enquanto você pode.
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