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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tango argentino.

Estava lendo um poema de Manuel Bandeira, um desses onde ele esquarteja a existência humana para então nos fazer rir de nós mesmos. Onde já se viu um médico dizer ao paciente que dado o seu quadro, a única coisa a ser feita é dançar um tango argentino?

Engraçado e parece incompreensível se elevado ao patamar da realidade. Parei pra pensar que nos esborrachamos a vida toda à procura da tal felicidade e não desconfiamos que ela não quer ser procurada, e sim aceita. Aposto que toda vez que alguém deixa ela falando sozinha, dizendo que está indo procurá-la, ela provavelmente revira os olhos e resmunga o quanto os humanos são idiotas.

E sim, nós somos idiotas. Procuramos razões, equações, teoremas para explicar o que não precisa ser explicado. Complicamos o descomplicado. Cavamos túneis pra chegar ao nossos objetivos, sendo que as vezes há uma escada bem ao nosso lado que nos leva para o mesmo lugar.

Por isso, fica aqui uma dica que parece ser tiração de sarro mas não é: se você quer ser feliz, seja feliz.

"Quem vê pensa que é simples assim!" E é. É a gente que cristaliza a felicidade como se fosse impossível, como se fosse uma recompensa, um prêmio, quando na verdade ela fica bem na nossa frente, torcendo pra gente abrir os braços e abraçá-la bem forte.

Talvez seja difícil se acostumar a pensar assim, mas com o tempo você vai ver que faz toda a diferença.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013


Hoje vou dar uma dica a vocês.

As vezes, no decorrer da vida, acabamos agarrando uma bola que não devíamos. Acabamos aceitando situações e problemas que não nos dizem respeito, e depois é praticamente impossível se desfazer deles. Você acaba se enrolando, se enrolando e quando vê está atado a uma teia emaranhada de problemas e preocupações.

Portanto aqui vai a dica: não se sinta culpado por viver a própria vida. Não se sinta mal por não abraçar o mundo com as pernas - não é sua obrigação. Concentre-se na sua própria vida, porque depois de algum tempo, você aprende que lidar com os seus próprios problemas já é demasiadamente suficiente. Deixe que cada um viva o que lhe é condicionado.