sábado, 21 de dezembro de 2013


 Nas minhas filosofias da semana, uma palavra se tornou regente. Convivência. Tá aí uma coisa difícil de se adaptar, difícil de se conciliar e principalmente de apreciar. Não é todo mundo que a facilita, e muita gente com certeza a dificulta.

Primeiro, porque pouca gente leva a sério a Ética da Reciprocidade. Sabe, aquele negócio de não fazer com o outro o que você não gostaria que fosse feito à você? Pois é. Parece fácil, mas pouca gente coloca em prática. Não me excluo. Embora eu seja uma pessoa bem pacífica na maior parte do tempo, sei que as vezes coloco meus sentimentos à frente, principalmente quando são feridos. É gente, eu também falho, e assumo descaradamente.

Por outro lado, tem pessoas que simplesmente impossibilitam uma convivência harmônica. Não me julguem por dizer isso, mas não considero educado a convivência sadia com alguém que simplesmente suga a felicidade dos outros e só expira infelicidade ao seu redor. Pessoalmente, sou bem prática com quem adiciono à minha vida, e pessoas que nada me adicionam são as primeiras a quem eu veto. Não por maldade, apenas porque com o passar do tempo, você começa a dar valor à leveza da alma, e aí fica seletivo quanto à que tipo de bagagem emocional quer carregar.

Segundo, que a convivência nasce daquilo que você oferta. Se você quer sempre ter razão, quer sempre estar à frente e acima, se você não sabe cooperar e só quer saber de coordenar (principalmente de longe), então tenho péssimas notícias sobre a sua política de convivência. Conviver é escolher suas batalhas. É, as vezes, deixar o outro ter razão para manter a paz. É saber trabalhar em equipe, saber aceitar que as vezes a ideia de outra pessoa pode ser melhor que a sua, é entender que um time só alcança resultados melhores quando trabalha junto.

A convivência é uma coisa frequente. Portanto, se você acha que está deixando a desejar, repense e mude. Mudar não é ruim, pessoal. A pessoa que constantemente se transforma, transforma também o mundo ao seu redor. Quanto mais aperfeiçoar o seu trato com os outros, vai entender porque as vezes um animal de garrafa PET consegue ser mais amado do que um ser humano difícil.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013


 É, povo. 

O ano praticamente acabou. 

Apenas mais 22 dias pra então considerarmos 2013 como encerrado. 

Sabem o que é mais engraçado? Não tenho resoluções. Não há nada que eu penso não ter feito em 2013 e que seja alvo para 2014. Após 22 viradas de ano cheias de resoluções, pedidos, objetivos... este ano eu garanto a vocês que não tenho projetos inacabados para o ano que vem. Parece que pela primeira vez na vida, estou satisfeita com tudo. Estou satisfeita com o ano, estou conformada com as mudanças, estou preparada para um novo começo. 

Será que é isso a maturidade? Entender o ciclo da vida? Estar satisfeita? 

Se é eu não sei, mas garanto que qualquer gostaria de provar o sentimento de serenidade e tranquilidade que me acalenta sempre que estou em silêncio 'com meus botões'.